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Uma Questão de Orgulho

Momentos em que é usado por pura defesa, outros por falta de falta de argumentação, outros simplesmente por uma grande parvalheira. Hoje em dia conheço muito boa gente que não cede pelos motivos mais irreais possíveis, não dá o braço a torcer e, muitas vezes, chego à conclusão que não é por esta ou aquela razão que ainda se pode aceitar como razoável, é por... mero capricho. É capricho. É o orgulho besta (porque também tenho o meu orgulho, mas acho que todos temos um limite para aceitar o que já é exagerado) que fala mais alto.


Não há certezas absolutas, isso não há mas, não ver a verdade quando esta está mesmo a frente da nossa cara... É que nem é não conseguir visualizar é ver e recusá-la. E não, não estou a dizer que para uma pessoa estar certa a outra necessite de estar errada. Existem pontos de vista que não têm necessariamente de ser errados, são só pontos de vista, não passam nem eu deixo que passem disso.


É tão errado achar que conhecemos tudo ou que o que não conhecemos é inexplicável.


Continua a ser uma "Questão de Orgulho?" Ora então muito bem... Engolam-no! Mas esperem ficar com um nó na garganta e não finjam que não avisei... É que depois contem com a sombra da mágoa por uns tempos ou quiçá, alguns vezes, em certas situações, para uma vida... Resume-se a isto de uma forma muito crua.

"O orgulho não tem sabor, cor nem medida. Contudo, nada é mais difícil de engolir". 
August Black 

Quantos Palavrões Já Disse Hoje?

Vários. Sou uma pessoa que se considera bastante educada mas que utiliza certas e determinadas expressões, os ditos palavrões, com uma certa "regularidade". Não, nunca no sentido de ofender alguém. De alguma forma, os palavrões, posso afirmar, fazem parte do meu vocabulário mais descontraído e não me envergonho minimamente com isso. Digo-os com as pessoas com quem tenho mais à vontade e não ando por ai feita tolinha a dizer asneiras a torto e a direito. Sei estar, sei comportar-me nas várias situações que encontro no meu dia-a-dia. Não sou uma rameira nem nada parecido. Desenganem-se. A minha dose de asneiradas nas frases que construo ao longo do dia é que me dão a minha identidade. Sinceramente, não me imagino a não dizer palavrões, desculpem a honestidade mas, caso contrário, não seria, certamente, da mesma pessoa que estariamos aqui a falar. Gosto de dizer os meus "carailho", os meus "foda-seeeees" e alguns "meeerda".

E vocês, quantas caralhadas já disseram hoje?